Facebook
Twitter
Youtube
Discord
Mixer

Review – Mortal Kombat 11 – 10/10

Reviews Xbox One Xbox One S Xbox One X

DATA DE LANÇAMENTO 23 de Abril de 2019 
ESTÚDIO
NetherRealm Studios
EDITORA Warner Bros. Interactive Entertainment
SINGLE-PLAYER  ✅
MULTIPLAYER ONLINE
MULTIPLAYER LOCAL 
CO-OP ONLINE 
CO-OP LOCAL

DLC ✅

CATEGORIA Ação, Luta
PREÇO 69,99€99,99€
PLATAFORMA ONDE FOI JOGADO Xbox One X
OPTIMIZAÇÕES PARA A XBOX ONE X
SITE OFICIAL

por Hugo Urbano
Kaizord

Mortal Kombat 11 – “Anda cá baixo, parto-te todo!” – Scorpion, 2019.

Quatro anos depois de Mortal Kombat X e dois anos depois de Injustice 2, a NetherRealm foi aprendendo e melhorando com os seus títulos anteriores para que em 2019 pudessem culminar num dos melhores jogos de luta de sempre em Mortal Kombat 11, a sequela directa de Mortal Kombat X, que nos apresenta inúmeras novidades, muito conteúdo para jogar e para os jogadores mais “hardcore“, algumas adições de mecânicas interessantes para também tornar este título num futuro eSport. Pessoalmente, estava muito expectante por este jogo e após a positiva análise na preview do Online Beta, estava em pulgas para experimentar a sua versão final e principalmente o modo Story (o meu preferido). Fiquem comigo para a review de Mortal Kombat 11!

(Finalmente o tão aguardado Story Mode! Além deste tão aguardado modo, podemos também jogar as Tower of Time, Klassic Towers e o novo modo de exploração na Krypt)

Se há uma feature que aguardo da NetherRealm nos seus jogos de luta é certamente o seu modo de história. Pelo simples facto das cutscenes serem fantásticas, a escrita ser acima da média e o desenvolvimento das personagens ser então mais fácil de acompanhar do que no habitual jogo de luta. Mal habituado, estava com muita expectativa para o modo de história de Mortal Kombat 11 e saber o que iria acontecer aos protectores da EarthRealm. Eis que chega a minha segunda personagem favorita, Raiden, em todo o seu esplendor de guardião do bem e começamos numa campanha de proteger os vivos e parar os mortos-vivos e, infelizmente, alguns campeões antigos agora pertencem ao exército do mal. Ao longo de doze capítulos, com foco numa personagem e intitulados do nome da mesma, temos a oportunidade de ver a evolução da história de Mortal Kombat 11 e da franquia. Claro que não podemos esperar horas a fio de história! Nunca seria esse o caso, mas as 5-7 horas que temos, são suficientes para deixar qualquer um encantando com o universo de Mortal Kombat e claro desbloquearmos itens e uma personagem (spoiler alert?!) para utilizarmos nas restantes actividades.

Além de como a história é contada e os combates vão desenrolando, que para muitos poderá servir de um mini-tutorial para se adaptarem ao jogo, quero acabar a análise do modo de história com a característica que para mim é ímpar na indústria e eleva Mortal Kombat 11 à perfeição, neste capítulo especifico. Estou a falar da transição entre cutscenes e o combate jogável. Esta mecânica é tão bem realizada e de uma maneira tão suave, que a imersão do modo de história para o jogador é elevadíssima e consegui literalmente sentir a tensão de quando passava do filme para a ação, quem é que quer deixar ficar mal a Cassie Cage ou o Raiden? Ninguém não é? Tive que dar o meu melhor em cada uma das batalhas!

(O protector da EarthRealm está de volta! Com a sua voz mais grossa do que nunca! O que andará ele a tramar?)

Prometo que na imagem acima o Raiden não está a torturar ninguém, ele só quer proteger a malta. Juro. Adiante.

Além da história muitíssimo bem executada, chegamos à altura de nos voltarmos para os outros modos que Mortal Kombat 11 nos presenteia. Quero começar com as Tower of Time, um dos modos onde podemos ganhar excelentes recompensas, materiais para crafting, hearts, souls, premium currency, koins e tudo e mais alguma coisa para o restante jogo, incluindo skins para as nossas personagens. Para os familiares da série, as Tower of Time funcionam praticamente como as Klassic Towers, na medida em que temos que ir derrotando inimigos para subirmos na torre, até eliminarmos o último inimigo e ganharmos as aguardadas recompensas. Porém, nas Tower of Time as lutas são certamente diferentes, existem modificadores de vários tipos que alteram o combate e tornam-o bastante mais difícil.

Felizmente, não somos atirados de pára-quedas para as Tower of Time, com um tutorial de quatro partes aprendemos sobre estes modificadores, que podem ser mísseis guiados, granadas, veneno, o adversário dar mais dano, ficar tudo escuro (menos para o oponente claro, entre tantos outros). E como podemos vencer tais desafios incríveis perguntam vocês? Bem, aqui temos várias maneiras. Ou insistem e lá conseguem, ou são muito treinados no jogo e maior parte dos desafios tornam-se mais fáceis, ou então podem usar consumíveis para evitar alguns dos modificadores, pôr a vossa personagem a par da força da do oponente, ou então mesmo se quiserem podem usar um consumível para se curarem durante a batalha ou até evitá-la por completo (com um raro item chamado)! Caso achem os vossos lutadores AI melhores que vocês, podem usá-los (e modificar os seus atributos para batalhas especificas) e pronto, podem ver a AI a mostrar como se faz! Entretanto podem ir ver uns vídeos noutro dispositivo de como fazer combos e outras coisas.

Confesso que ao início estava receoso pela vertente dos consumíveis, mas, à medida que fui jogando as variadas torres, gostei de usar alguns deles em certas batalhas e também conseguir escolher outras combinações de consumíveis além dos recomendados para vencer uma torre. Adiciona uma vertente estratégica diferente e alguns desafios interessantes para os jogadores mais hardcore. Em termos de recompensas, Towers of Time são certamente o “ganha pão” para qualquer jogador de Mortal Kombat 11, pois oferecem em maior quantidade os recursos necessários explorar e gastar no novo modo Krypt, onde desbloqueamos a maior parte de skins e recompensas, mas falaremos da Krypt e das suas dificuldades mais daqui a um bocado.

De referir ainda que as Towers of Time são também dinâmicas, existem algumas por tempo limitado (indicado na própria torre) que oferecem recompensas exclusivas e geralmente apresentam desafios únicos, temos as torres principais e ainda, se preferirem, têm torres por personagem que oferecem recompensas específicas para o personagem que escolherem.

Ainda dentro das torres, quero encaixar aqui as Klassic Towers que são uma versão mais básica das Towers of Time e conhecidas pelos jogadores de Mortal Kombat. Aqui apenas temos que derrotar vários oponentes e, no final, somos recompensados também com cosméticos. Podemos escolher entre vários tamanhos de torres, quanto maior é a torre mais batalhas teremos que fazer, ou então para os mais aventureiros têm a torre Endless que, como o nome indica, é infinita e as recompensas são baseadas em quão longe conseguem chegar.

(Algumas das torres têm que ser completadas durante um espaço de tempo para que possam usufruir das suas recompensas)

Analisemos então a Krypt, um novo modo de exploração presente em Mortal Kombat 11. Na Krypt temos a possibilidade de controlar Scorpion na terceira pessoa e explorar a ilha de Shang Tsung, enquanto abrimos baús, descobrimos passagens secretas e os próprios mistérios da ilha. No fundo, a Krypt é onde iremos gastar a currency ganha nos outros modos de jogo e consequentemente onde irá haver uma maior oferta de recompensas de skins, consumíveis, ou outros.

É uma surpresa enorme termos um jogo de exploração/ação dentro do próprio jogo e apesar de termos alguns pontos menos positivos, é uma excelente adição ao universo criado pela NetherRealm e acrescenta horas e horas de durabilidade ao jogo. No entanto, padece de alguns problemas que a impedem de brilhar na perfeição. O grind de Mortal Kombat 11 é penoso, não há outra maneira de o dizer. A dificuldade das Towers of Time e as suas recompensas, neste momento não são lúdicas o suficiente para que depois o tempo passado na Krypt seja frutuoso. Enquanto que as Koins são usadas para maior parte dos baús e consegue-se juntar suficientes a bom nível, as recompensas são demasiado aleatórias para sabermos quantos ou quais baús abrir. Um exemplo prático que ainda hoje me aconteceu foi ter aberto um baú de 10000 Koins e sair-me um ícone e outro item de raridade baixa e depois logo de seguida ter aberto um de 2700 Koins e ganhar na mesma um ícone, pela fracção do preço, o que gerou uma certa frustração após ter aberto mais umas dezenas de baús sem uma recompensa emocionante. Apesar de ser completamente random, gostaria de ter visto então mais recompensas nas Tower of Times para quando completasse um desafio difícil, ou então ter a opção de escolher uma dificuldade mais baixa da torre, que oferecesse menos recompensas mas mais “fácil” de se repetir para juntar recursos suficientes. No entanto, a NetherRealm já ouviu os jogadores e brevemente irá sair uma atualização de balanceamento das Tower of Times e da Krypt. É agradável ver a resposta rápida ao feedback dos jogadores, pois Mortal Kombat 11 tem tudo para se tornar o maior título de referência nos jogos de luta e apesar destes problemas de gestão de recursos vs o tempo que se demora a obtê-los, continua a meu ver a ser o melhor jogo do seu género da actualidade.

Voltando agora à Krypt, tudo o resto é muitíssimo interessante! Temos um novo olhar sobre o universo de Mortal Kombat 11, vamos conhecendo novas personagens e personagens do passado, resolver alguns puzzles e ao mesmo tempo ganhando personalizações para as nossas personagens. Ah, e podemos usar o martelo do Shao Kahn no Scorpion, poderemos pedir mais? Podemos claro, mas os segredos da Krypt são para vocês explorarem. Aplaudo a coragem e inovação neste novo modo, aguardando pacientemente pelas suas atualizações e melhorias com o tempo. Tenho a certeza também, que qualquer fã de Mortal Kombat ficará agradado em poder jogar na terceira pessoa com uma personagem do longo franchise!

(Ora ora… O que temos aqui? Acho que vou levar este martelo para o S. João de 2019!)

“Mas, só podemos desbloquear skins para as nossas personagens?” perguntam vocês. Skins e não só! Têm imensas partes das vossas personagens para desbloquear e vão desbloqueando augments para os três slots que podem modificar nas mesmas. O que não falta a Mortal Kombat 11 é conteúdo e personalização de personagens!

Nesta última podem modificar o Gear, Kosmetics, Abilities e o comportamento da personagem no modo AI. Em gear, para desbloquearem os seus poderes, têm que ir jogando com a vossa personagem para que possam desbloquear sockets onde depois podem introduzir augments que melhoram um bocado a performance da vossa personagem apenas modos single-player e AI. Bónus como resistência a veneno, resistência a fogo, etc. Cabe ao jogador personalizar à sua maneira a sua personagem favorita. Kosmetics como o nome indica é onde podemos personalizar o aspecto da nossa personagem e por fim nas Abilities podemos escolher o conjunto de habilidades que mais gostamos (dentro das batalhas) para o nosso personagem ou usar/editar os pré-definidos pela NetherRealm. A modificação do comportamento da personagem AI é igualmente útil para encontrarmos uma combinação perfeita para colocarmos a nossa personagem a limpar as Towers of Time, melhor que do que nós, ou pelo menos do que eu (malditas duas mãos esquerdas!).

(Existem centenas de personalizações diferentes para as nossas personagens… Difícil é escolher… e “farmar”)

No que toca aos modos de jogo, resta-me agora, tocar nos outros dois modos igualmente importantes e que não poderia deixar de os passar nesta análise.

Começando pelo modo online, este é tudo o que poderia ter esperado dele. Combates sem lag, sem quebras de performance, ajustados ao meu nível de jogador (quantos jogadores com mãos esquerdas haverão no mundo como eu?) e claro com todo o gore e espectáculo visual que já estamos habituados no modo offline.

São novos em Mortal Kombat? Querem aprender uma personagem específica? Simplesmente querem aprender combos? Querem praticar? Não temam! Mortal Kombat 11 apresenta um dos melhores modos de aprendizagem que já experimentei num jogo de luta, todos e quaisquer aspectos de gameplay incluindo os Fatalities estão abrangidos na aba “Learn” do jogo. Além disso, o modo de treino de personagens é o início perfeito para se acostumarem a uma personagem, aprendam tudo e ainda podem ganhar recompensas para as vossas personagens.

É o ambiente perfeito de aprendizagem e melhoramento das nossas habilidades, tanto para sermos mais aptos nos desafios que o jogo oferece, ou para quem assim o deseje ser mais apto no modo online e futuramente competir em torneios, num cenário de eSports que aos poucos já está a ser criado. Nota máxima para este “modo” de jogo, que de certa forma sustenta toda a experiência do jogador.

(Os modos de Tutoriais são muito bem-vindos e expandem a experiência tanto para o novato como para o jogador mais experiente)

Para quem jogou a beta, viu vídeos, etc, é impossível ficar indiferente à jogabilidade de Mortal Kombat 11. Sustentado pelos tutoriais excelentes e os restantes modos que falei acima, é um prazer jogar este novo titulo da franquia. Seja para um novato, seja para um jogador experiente, as mecânicas nesta nova instalação permitem uma fluidez de combos, movimentos e de defesa nunca antes vista na série e elevam mais uma vez o patamar dos jogos modernos deste género.

Bastante importante é a adição dos Fatal Blows, uma espécie de “mini-fatality” que podemos usar assim que chegarmos a uma % de vida específica utilizando a simples combinação de botões LT + LR. A partir daí verão a vida do vosso oponente desaparecer enquanto satisfazem os vossos olhos maravilhosas execuções sangrentas do oponente. Mesmo quando perco, é sempre bom sentir que: “perdi mas levaste com o meu bastão no meio da cara”, sim de Raiden, ou quando me lembro que até sei fazer uns combos, dá para fazer combinações muito interessantes com os Fatal Blows.

(Demorei mais de 20 minutos a arranjar uma imagem épica de um Fatal Blow! Quem é vosso amigo quem é? O Raiden é amigo do seu amigo também. Grande paulada nos olhos que mandou ao outro senhor.)

A nível de adaptabilidade ao controlo e de timing de input, Mortal Kombat 11 é claro que não desaponta. Joguem com o analógico ou o D-Pad o jogo é preciso o suficiente para nunca falhar os inputs dos combos e está muitíssimo bem adaptado ao comando a Xbox, oferecendo ainda para os jogadores mais exigentes várias maneiras de personalizarem a sua experiência de jogabilidade nas opções.

(Ace in a Hole! É sempre reconfortante acabarmos um combate com as brutais Fatalities)

A nível gráfico Mortal Kombat 11 é completamente fantástico. Se já fiquei impressionado na beta, então agora na versão final fiquei completamente arrebatado pela qualidade visual de Mortal Kombat 11. Eu não sei se é tecnologia, ou magia, apenas sei que quer nas cutscenes, quer nas batalhas este jogo entrega tudo o que promete do início ao fim. Qualidade, brutalidade, ação, vísceras e muito sangue! É impossível ficar indiferente à atenção ao detalhe presente nos cenários, entre rondas (com o aumento visível de danos nos corpos das personagens) e claro nas Fatalities. Estas estão melhor que nunca e poderia ficar um dia inteiro só a executá-las para ver e rever sem conta os detalhes de membros a serem desmembrados. Ah! E a imaginação de quem as criou, temos algumas muito imaginativas e outras simplesmente brutais. Nota 10 para o design gráfico e direcção artística de Mortal Kombat 11. Com a adição destas texturas magnificas à Krypt, pertencer ao universo da NetherRealm nunca tão imersivo do que agora.

(Alguém pediu um… TORNADO DE INTESTINOS?!?!?!???!)

Testado numa Xbox One X, a performance de Mortal Kombat 11 é estonteante a uns sólidos 60FPS sem quaisquer quebras durante todo o decorrer do combate. Terão que jogar a Krypt a 30FPS, mas tão polidos que mais parecessem 60, no geral não há nenhum problema a apontar a Mortal Kombat 11 pela sua execução a nível de performance. Está tão polido o quanto poderia ser e, além disso, oferece aos jogadores uma user interface, que para mim é a melhor de sempre num jogo de luta. Tudo é claro, tudo tem fácil acesso e é fácil de navegar, como tem que ser, sem poluição visual pelo meio. A NetherRealm por mim poderia fazer um MMORPG com uma user interface assim que eu estava lá dia 1 a jogar, pois apesar de Mortal Kombat 11 ter muitos sub-menus e menus, é tudo colocado “à mão” do jogador e com poucos cliques, tornando a navegação apelativa e a informação bem orientada para o jogador.

(Performance? FLAWLESS VICTORY!)

A nível de som, como referi na beta e na preview do jogo, este é a base que sustenta tudo o que falei para cima. O design sonoro dos guias auditivos está muito bem elaborado e a banda sonora acompanha os combates adicionando tensão e emoção a cada um deles. No modo de história, o voice-acting está irrepreensível e melhor do que nunca, com um elenco de se lhe tirar o chapéu. E a Krypt possui um design sonoro super interessante que criar uma tensão imponente de ilha abandonada, mas ao mesmo tempo bem viva e com coisas macabras a lá acontecer pelo meio, confesso que durante a minha estadia na Krypt e com headset o som sinistro e ténue de estar a ser observado fez-me abrir mais baús do que aqueles que desejava! Queria era abrir aquilo tudo e sair! Antes que alguém me apanhasse! Mas, isso é porque no geral assusto-me facilmente. O som está irrepreensível e seria impossível fazer uma análise de Mortal Kombat 11 sem o referir.

(Este já não vai a tempo das farturas do Senhor de Matosinhos… Coitado.)

Finalmente, após muita espera desde a beta e ter jogado tudo o resto que Mortal Kombat 11 tem para oferecer, não consigo deixar de reforçar o que disse anteriormente. Mortal Kombat 11, para mim, é o melhor jogo de luta que já joguei na minha vida. É um feito de execução, de apresentação, de grafismo e de jogabilidade. Tenta inovar com a Krypt e as Tower of Time, mas fica um bocado aquém do seu máximo potencial. No entanto, dispõe de uma equipa de devs que rapidamente se prestou a recompensar os jogadores e a rapidamente melhorar os seus modos mais experimentais. Já que no resto pouco ou nada há a melhorar. É pelo que faz com excelência e pelo que ainda pode ser melhorado que Mortal Kombat 11 merece nota máxima, um hino aos jogos de luta e extremamente recomendado para os fãs do género e claro fãs da franquia. Um candidato a um dos melhores jogos de 2019.

RESUMO

Prós
• Gráficos impressionantes, detalhados e muito sangrentos
• Modo de história muito completo com transições entre cutscenes e lutas muito suaves

• Personalização de personagens muito extensa e com muito para desbloquear

• Explorar a Krypt e desvendar os seus segredos é gratificante e adiciona mais conteúdo ao jogo
• A melhor jogabilidade de sempre no franchise
• Performance offline e online exemplar sem qualquer quebra
• Design sonoro muito bem realizado, acrescenta tensão e emoção em todos os momentos do jogo


Contras
• Algumas batalhas nas Towers of Time, com consumíveis ou não, são extremamente frustrantes sem que a recompensa valha o esforço/gasto de consumível.

Pontuação final: 10/10

Mortal Kombat 11 é sem dúvida um dos melhores títulos do seu género de sempre e um forte candidato a um dos melhores jogos do ano. É raro ver um jogo que acerta em todas as notas onde é suposto ser forte. Desde a sua história, ao grafismo, à jogabilidade e ao netcode, tudo em Mortal Kombat 11 se resume a qualidade e excelente execução. Com muita proximidade da equipa aos jogadores, Mortal Kombat 11 tem tudo para se tornar O título de referência no mundo dos jogos de luta.

A equipa do Xbox PT Dummies agradece à Warner Bros. Interactive Entertainment e Upload Distribution pelo envio do código do jogo para a realização desta preview.

5/5 (1)

Vota neste artigo

Deixa uma resposta

O teu endereço de e-mail não será publicado.

Tu podes usar estes HTML tags e atributos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>