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Review – The Church in the Darkness – 5/10

Indie Reviews Xbox One Xbox One X

DATA DE LANÇAMENTO 2 de Agosto de 2019
ESTÚDIO
 Paranoid Productions
EDITORA Fellow Traveller
SINGLE-PLAYER 
MULTIPLAYER ONLINE 
MULTIPLAYER LOCAL
CO-OP ONLINE 
CO-OP LOCAL
CATEGORIA Ação, Aventura, Exploração, Indie, Mundo-Aberto, Stealth
PREÇO 19,99€
PLATAFORMA ONDE FOI JOGADO Xbox One
OPTIMIZAÇÕES PARA A XBOX ONE X 4K Ultra HD, Xbox One X Enhanced
SITE OFICIAL

Por Richard Otten
cronicrixx

O jogo começa com uma mensagem em que a história onde os motivos, crenças e ações dos padres mudam cada vez que jogas. Baseando-se na maneira como jogas e as decisões que fazes, muitos finais diferentes são possíveis.

Também podes escolher a cor do cabelo e o sexo da personagem, e a dificuldade do jogo. Tens 4 escolhas de dificuldade (Easier, Regular, Harder e Hardest). Antes de começar o jogo podes escolher apenas um de dois objetos (2x medical kit ou uma pistola).

Após as escolhas, somos introduzidos a um bocado da história sobre a igreja e a população da vila. Depois recebes a tua primeira missão. O jogo é visto de cima e os gráficos são bons, mas não perfeitos. Isso pode-se considerar “decente”. O ambiente do jogo dá-te mesmo a sensação de um filme antigo, o que é natural porque o jogo passa-se durante os anos 70.

A história do jogo é sobre um ex-policial chamado Vic, que tenta de infiltrar num culto religioso chamado “Freedom Town. Vic está à procura do sobrinho dele, que não é uma missão fácil quando tens de passar por uma vila cheia de guardas com armas.

Já nos primeiros minutos do jogo, podes explorar cabanas, abrir caixas com loot, e usar o “stealth” para agarrar os inimigos por trás para os deixar inconscientes. À frente dos guardas, há uma área vermelha. Se entrares nessa área, os guardas conseguem-te ver e começam a mandar tiros. Podes-te esconder dentro de armários e caixas, e também podes esconder os corpos dentro dos mesmos. Também tens de destruir os alarmes para ninguém poder chamar mais pessoas. Para poderes desativar os alarmes, precisas de metal shards, por isso procurar loot dá muito jeito. A mira custa um bocado a habituar, mas com o tempo adaptas-te ao gameplay.

Com o tempo consegues também encontrar personagens de confiança e esses consegues notar pois têm uma área verde à frente deles, em vez da vermelha. Usar alarmes e pedras é bom para distraíres os teus inimigos e combate é recomendável usar só em caso de seres apanhado por eles. Isto é mais porque a mira é bastante sensível e isso faz que, com o stress, mandas a maior parte dos tiros ao lado. Mesmo assim mais vale correr e esconder que assim não gastas balas e nem perdes vida. Ao acabares o jogo desbloqueias mais itens para usares no começo de um novo jogo, e tens um dos fins possíveis de desbloquear.

Na realidade o jogo não passa muito de tudo o que falei em cima. O conceito é bastante interessante, mas a história acaba por ser muito básica e a jogabilidade também. Ires falando com personagens e depois continuares o caminho pode fartar um bocado. Depois o ambiente continua também sempre o mesmo, por isso não vale a pena procurares por mais. Não há nenhum momento grande ou inesquecível, apesar de isso ser importante num jogo de história. Não há nenhum momento grande ou inesquecível, apesar de isso ser importante num jogo de história.

Se estás à procura de um jogo com uma história básica e mandar uns tiros aos guardas para poderes continuar a encontrar o teu sobrinho, porque não experimentar The Church in the Darkness? Mas se estás a espera de algo mais, não é com este título que te consegues divertir.

RESUMO

Prós
• Fins diferentes
• Traços de gameplay do Metal Gear

Contras
• Gameplay repetitivo
• História básica
• Ambiente sempre igual

Pontuação Final: 5/10

A equipa do Xbox PT Dummies agradece à Evolve PR e Fellow Traveller pelo envio do código do jogo para a realização desta review.

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